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Caso Kathlen: Auditoria da Justiça Militar ouve testemunhas de acusação nesta segunda-feira (16/5)

O juiz Bruno Arthur Mazza Vaccari Machado Manfrenatti, da Auditoria da Justiça Militar do Rio, marcou para o dia 27 de junho a segunda audiência do caso Kathlen Romeu. Cinco policiais militares são réus do processo, acusados de fraude processual. São eles: Jeanderson Correia Sodré, Rodrigo Correia de Frias, Cláudio da Silva Scanfela, Marcos Felipe da Silva Salviano e Rafael Chaves de Oliveira.   A primeira audiência do caso foi realizada na tarde desta segunda-feira (16/5). Na ocasião, foram ouvidas nove testemunhas de acusação. A avó de Kathlen, Sayonara de Fátima Queiroz de Oliveira, que estava com a jovem no momento do crime, foi a primeira a prestar depoimento. Ela contou que estava passando com a neta na Rua Araújo, no Complexo do Lins. Disse que o local estava calmo, inclusive com crianças brincando na rua, quando ouviram barulhos de tiros. Nesse momento, Kathlen caiu no chão, atingida por um tiro. A avó aponta que houve abuso de poder por parte de um policial, que não queria deixa-la acompanhar a neta, levada pelo camburão ao hospital.  A mãe da jovem, Jackeline Oliveira, disse que, além da avó, outros moradores que testemunharam a tragédia afirmaram que não havia confronto entre traficantes e policiais no momento da morte.    “Kathlen teve sua vida interrompida por homens de farda, que deveriam nos proteger. Isso é o retrato da covardia. Minha filha era muito querida, educada, estudiosa, saudável, feliz, linda! Ela era uma inspiração para outras meninas da comunidade. Hoje eu sou uma mãe sem filha, uma avó sem neto. Fui condenada eternamente à dor”, desabafou.    O pai de Kethlen, Luciano dos Santos Gonçalves, relatou que recebeu, de um morador, um vídeo, gravado pelo celular, que mostra policiais recolhendo cartuchos no chão, após a tragédia. Esse vídeo está anexado ao processo.  Além dos familiares, também foram ouvidos policiais militares que estavam em patrulhamento na região no momento do crime. Eles disseram que, após ouvir barulhos de tiros, se dirigiram ao local e já encontraram Kathlen caída.    Na próxima audiência do caso, dia 27/6, será ouvida mais uma testemunha de acusação. Kathlen Romeu tinha 24 anos e estava grávida quando foi morta por um tiro no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio, em julho de 2021.    MG / MB
16/05/2022 (00:00)

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